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Níveis de suporte no autismo: diferenças entre nível 1, 2 e 3

Quando uma criança recebe o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), é comum que a família tenha muitas dúvidas sobre o que aquilo significa na prática. Entre os termos que aparecem nesse momento estão os níveis de suporte no autismo.

Mas o que significa autismo nível 1, nível 2 ou nível 3? E essa classificação determina a forma como a criança vai se desenvolver ou quais terapias ela precisa?

Os níveis de suporte são uma forma de descrever quanto apoio uma pessoa pode precisar em determinados aspectos relacionados ao autismo, especialmente nas áreas de comunicação e interação social e nos comportamentos, interesses ou atividades restritos e repetitivos.

O DSM-5-TR utiliza três níveis para indicar a intensidade do suporte que uma pessoa com TEA pode necessitar:

  • Nível 1: requer suporte;
  • Nível 2: requer suporte substancial;
  • Nível 3: requer suporte muito substancial.

A classificação considera dois grandes conjuntos de características do TEA:

  1. Comunicação social e interação social: dificuldades para iniciar ou manter interações, compreender e utilizar diferentes formas de comunicação e adaptar o comportamento a diferentes situações sociais.
  1. Comportamentos, interesses ou atividades restritos e repetitivos: como necessidade de previsibilidade, dificuldade com mudanças, interesses muito restritos, comportamentos repetitivos ou diferenças na resposta a estímulos sensoriais.

Um ponto importante é que essas duas áreas podem apresentar intensidades diferentes. Ou seja, uma pessoa pode precisar de mais suporte em comunicação social e de menos suporte em comportamentos restritos e repetitivos, por exemplo.

Leia também: Como saber se meu filho tem autismo? Entenda os sinais que merecem atenção

O nível 1 de suporte corresponde a uma necessidade de suporte. Na comunicação social, podem existir dificuldades perceptíveis para iniciar interações, responder adequadamente às tentativas de interação de outras pessoas ou manter uma conversa de forma recíproca. 

A pessoa pode conseguir se comunicar verbalmente, mas ainda encontrar dificuldades para adaptar sua comunicação aos diferentes contextos sociais. Também podem aparecer dificuldades relacionadas à flexibilidade comportamental.

Mudanças de rotina, transições entre atividades, organização e planejamento podem exigir um esforço maior e interferir na autonomia em determinados contextos.

Isso não significa que a criança tenha as mesmas dificuldades em todas as situações. O nível de suporte descreve necessidades que precisam ser consideradas dentro do funcionamento da pessoa e do contexto em que ela está inserida.

No nível 2 de suporte, a pessoa requer suporte substancial. As dificuldades de comunicação e interação social tendem a ser mais marcantes e podem permanecer evidentes mesmo quando algum suporte já está disponível. Pode haver maior dificuldade para iniciar interações ou responder às iniciativas sociais de outras pessoas.

Na segunda área considerada pelo DSM, comportamentos restritos e repetitivos ou a dificuldade para lidar com mudanças podem interferir de maneira significativa no funcionamento em diferentes contextos.

Isso pode aparecer, por exemplo, como dificuldade importante diante de alterações na rotina, sofrimento durante transições ou necessidade de maior apoio para lidar com situações novas e mudanças de atividade.

O suporte necessário pode envolver diferentes ambientes, como casa, escola e espaços de convivência.

O nível 3 de suporte corresponde à necessidade de suporte muito substancial. Nesse nível, as dificuldades de comunicação social podem causar impactos importantes no funcionamento.

A pessoa pode apresentar grande dificuldade para iniciar interações e responder às iniciativas sociais, necessitando de apoio mais intenso para participar das situações de comunicação.

Também podem existir comportamentos restritos e repetitivos ou uma necessidade muito grande de previsibilidade, com dificuldade intensa para lidar com mudanças ou alterar o foco de uma atividade.

Por isso, o suporte necessário tende a ser mais amplo e frequente em diferentes situações do cotidiano.

É importante lembrar que nível 3 não significa ausência de possibilidades de aprendizagem ou desenvolvimento. Significa que a pessoa apresenta necessidades de suporte muito substanciais naquele momento da avaliação.

Leia também: Crise de autismo: o que fazer e como ajudar a criança a se acalmar

De forma simplificada, a principal diferença está na intensidade do suporte necessário.

NívelSuporte indicadoComo pode aparecer
Nível 1Requer suporteDificuldades perceptíveis na comunicação social e na flexibilidade, que podem interferir em alguns contextos
Nível 2Requer suporte substancialDificuldades mais marcantes na comunicação social e comportamentos restritos e repetitivos que interferem em diferentes situações
Nível 3Requer suporte muito substancialDificuldades mais intensas, com necessidade de apoio significativo para comunicação, interação, flexibilidade e participação no cotidiano

Essa comparação é apenas uma forma de compreender o conceito. Os níveis de suporte não são uma escala que mede o “quanto de autismo” uma pessoa tem.

Além disso, duas crianças com o mesmo nível de suporte podem apresentar perfis muito diferentes. Uma pode ter mais dificuldades de comunicação, enquanto outra pode apresentar maior impacto relacionado à flexibilidade, às questões sensoriais ou às mudanças de rotina.

Por isso, uma avaliação individualizada é fundamental.

Sim. O nível de suporte pode ser diferente em momentos diferentes da vida. Isso acontece porque o funcionamento da pessoa pode mudar ao longo do desenvolvimento, assim como as demandas do ambiente e os recursos disponíveis.

Uma criança pode precisar de determinado nível de suporte em uma fase e apresentar necessidades diferentes posteriormente. Além disso, uma pessoa pode precisar de mais ajuda em uma situação específica e conseguir realizar determinada atividade com mais autonomia em outro contexto.

O objetivo do acompanhamento não deve ser simplesmente “baixar o nível” do autismo.

O mais importante é identificar quais são as necessidades atuais da pessoa e quais apoios podem favorecer sua comunicação, participação, autonomia e qualidade de vida.

Não necessariamente. O nível de suporte é uma informação importante, mas não determina sozinho quais terapias uma criança precisa fazer.

A definição das intervenções deve considerar o perfil individual da criança, suas habilidades, dificuldades, necessidades funcionais, formas de comunicação, autonomia e objetivos terapêuticos.

Dependendo dessas necessidades, o acompanhamento pode envolver diferentes profissionais, como fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, fisioterapeuta, psicopedagogo, entre outros.

A necessidade de cada terapia deve ser avaliada individualmente. Por exemplo, uma criança pode precisar de apoio fonoaudiológico por apresentar dificuldades de linguagem e comunicação. Outra pode precisar de Terapia Ocupacional para trabalhar habilidades relacionadas à autonomia, participação nas atividades diárias ou questões sensoriais.

Essa é uma das partes mais importantes para compreender a classificação. O nível de suporte não define a personalidade, a inteligência, os interesses, os talentos ou o potencial de desenvolvimento de uma criança. Também não permite prever exatamente como será seu futuro.

Duas crianças classificadas no mesmo nível podem ter características, habilidades e necessidades bastante diferentes.

O nível também não substitui uma descrição individualizada do perfil da criança. A avaliação clínica considera o desenvolvimento e o funcionamento em diferentes áreas, e o diagnóstico de TEA não é estabelecido por um único teste. A avaliação pode envolver informações dos cuidadores, observação profissional e diferentes instrumentos, conforme a necessidade.

Por isso, mais importante do que perguntar apenas “qual é o nível de suporte?” é compreender:

Quais são as dificuldades da criança? Quais são suas habilidades? Do que ela precisa para participar das atividades do dia a dia com mais autonomia?

Qual é o nível mais leve de autismo?

O nível 1 é o nível descrito pelo DSM-5-TR como “requer suporte”. Porém, isso não significa que todas as pessoas com nível 1 tenham poucas dificuldades ou que suas necessidades sejam iguais.

Qual é o nível mais severo de autismo?

O nível 3 é descrito como “requer suporte muito substancial”. Essa classificação indica uma necessidade maior de suporte nas áreas avaliadas, mas não define todas as características ou possibilidades da pessoa.

Uma criança pode mudar de nível de suporte?

Sim. As necessidades de suporte podem mudar ao longo do desenvolvimento e conforme mudam as demandas do ambiente, as habilidades da criança e os apoios disponíveis.

O nível 1, 2 ou 3 define a inteligência da criança?

Não. O nível de suporte não é uma classificação de inteligência. Pessoas autistas podem apresentar diferentes perfis cognitivos e de aprendizagem.

O nível de suporte define quais terapias a criança deve fazer?

Não. O nível é apenas uma das informações consideradas. As terapias e objetivos devem ser definidos a partir das necessidades individuais da criança e de uma avaliação adequada.

Uma criança com nível 3 não consegue falar?

Não necessariamente. A classificação do nível de suporte não significa, por si só, ausência de fala. Pessoas autistas podem apresentar diferentes formas e níveis de comunicação.

O nível de suporte é o mesmo em todas as áreas?

Não necessariamente. A gravidade pode ser especificada separadamente para comunicação social e para comportamentos restritos e repetitivos. Por isso, uma pessoa pode apresentar necessidades diferentes entre essas duas áreas.

Mais importante do que o nível é compreender a necessidade de cada criança

Os níveis de suporte ajudam profissionais a descrever a intensidade das necessidades relacionadas ao TEA, mas não resumem quem é a criança.

Cada criança apresenta um perfil próprio, com habilidades, desafios, interesses, formas de comunicação e necessidades diferentes. Por isso, o acompanhamento deve considerar o indivíduo de forma integral e buscar os recursos que favoreçam sua participação, autonomia e desenvolvimento.

Na Pediakinder, informação também faz parte do cuidado. Acesse o blog para encontrar outros conteúdos sobre autismo, desenvolvimento infantil, comunicação, aprendizagem e diferentes aspectos da infância.

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Alexandra J Souza Dias
Fonoaudiologia

Formação Acadêmica

  • Graduação em Fonoaudiologia – Centro Universitário Sant’Anna – Formada em dezembro de 2025

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Formação em Libras – Instituto Federal do Rio Grande do Sul – 2025
  • Curso de Eletroestimulação – APOGEU – Ministrado pelo fonoaudiólogo Bruno Guimarães – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Julya Quirino Barbosa
Psicologia – Estagiária

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Faculdade Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) – Previsão de formação em 2026

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Michele da Costa Miranda
Fonoaudióloga – Estagiária

Formação Acadêmica

  • Graduação em Fonoaudiologia – Universidade da Cidade de São Paulo (UNICID) – Cursando o 8º semestre – Conclusão em 12/2025

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Capacitação em Linguagem e Autismo – 2024
  • Workshop Parceiros de Comunicação CAA – 2024
  • Core Power – Comunicação Alternativa – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Bianca Cardoso Leal
CREFITO 369658-F

Formação Acadêmica

  • Graduação  – Faculdade UNIP – Formada em 2023

  • Pós-graduação em Traumato Ortopedia e Esportiva – Inpirar – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Niandra Graciano Gomes Freitas
CREFITO 3/25034-TO

Formação Acadêmica

  • Graduação em Terapia Ocupacional – Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – Formada em 2023

  • Pós-graduação Lato Sensu em Preceptoria – Laboratório de Estudo sobre Infância e Adolescência (LEIA), Universidade de São Paulo – 2024

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Curso de Escrita e Função Manual – Clínica Estrada – 2024

  • Curso: “Deficiência Visual Cortical na Infância” – Play Core Kids – 2025

  • Curso: “Análise Funcional e Intervenção Baseada em Antecedentes” – Clínica Próximo Degrau – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Tiffany Helena da Silva
APEMESP: 1-230489

Formação Acadêmica

  • Graduação em Musicoterapia – FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) – Formada em 2023
  •  

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Erica Martins Cavalcante de Oliveira
2394-25

Formação Acadêmica

  • Graduação em Pedagogia – Faculdade Anhanguera, São Paulo – 2008

  • Certificação Profissional – 2009

  • Especialização em Psicopedagogia – Centro Universitário OPET – 2022

    • Atuação nas áreas Clínica, Educacional, Empresarial e Hospitalar

  • Especialização em Análise do Comportamento Aplicado na Educação de Pessoas com TEA e Aplicador ABA – Centro Universitário OPET (UNIOPET) – 2023

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, Transtornos Escolares e a Lei 14.254/2021: Caracterização, Mediação e Ludicidade – +Stimullus: Centro de Estudo, Formação e Consultoria – 2022

  • AEE – Atendimento Educacional Especializado: Avaliação e Intervenção – +Stimullus: Centro de Estudo, Formação e Consultoria – 2022

  • Programa de Treinamento Avançado em Comunicação nos Transtornos do Espectro do Autismo – PROAC: Saber Autismo – 2021

  • ABA e Estratégias Naturalistas – Instituto Singular – 2023

    • Ministrado por Mayra Gaiato e Rodrigo Silveira

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Thalita de Lima Fernandes
CREFITO-3/393887-F

Formação Acadêmica

  • Bacharelado em Fisioterapia – Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) – Formada em 2023

  • Pós-graduação Lato Sensu em Psicomotricidade – Faculdade Anhanguera – 2024

  • Pós-graduação em Fisioterapia nas Doenças Neuromusculares – UNIFESP – Em andamento (2025–2026)

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Aprimoramento em Disfunções Neurológicas da Criança e do Adulto – AACD Ensino e Pesquisa – 2024

  • Aperfeiçoamento em Desenvolvimento Infantil – Physio Cursos SP – 2023 (40 horas)

  • Curso: Terapia ABA no Autismo – Ello Cursos Psicologia – 2023 (170 horas)

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Daniela Latorre Cirne
CRP 06/210111

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Universidade Nove de Julho (Uninove) – Formada em julho de 2024

  • Pós-graduação em ABA e Estratégias Naturalistas aplicadas ao Autismo e Atrasos no Desenvolvimento – Instituto Singular – Em andamento (conclusão prevista para julho de 2026)

 

Certificações e Outras Formações

  • Protocolo VB-MAPP – Academia do Autismo – 2025

  • ABA na Escola – Academia do Autismo – 2024

  • Redução de Comportamentos Interferentes – Academia do Autismo – 2024

  • ABA – Análise do Comportamento Aplicada e as Estratégias Naturalistas – Instituto Singular – 2024

  • Autismo na Adolescência – Instituto Singular – 2023

  • Acompanhamento Terapêutico – Espaço Conviver e Aprender – 2023

  • ABA – Análise do Comportamento Aplicada – Espaço Conviver e Aprender – 2023

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Barbarah Perini
CRP 06/211839

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Faculdade São Judas Tadeu – 2023

  • Graduação em Psicopedagogia – Faculdade UNIFIEO – 2017

 

Certificações

  • Análise do Comportamento Aplicada (ABA) – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Mariana Vasconcellos Pascarelli
CRP 06/203740

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Faculdade UniPaulistana – Centro Universitário Paulistano – 2023

 

Certificações

  • Terapia ABA no Autismo para Pais e Aplicadores – Academia do Autismo – 2021

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Rayssa Faria Pinheiro de Queiroz
CRP 06/186018

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Universidade Nove de Julho – 2022

Especializações

  • Neuropsicologia – Universidade Anhembi Morumbi – 2025

Certificações

  • Análise do Comportamento Aplicada (ABA) – Instituto Singular – 2024

Atuação

  • Foco em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e Desenvolvimento Infantil

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Luzia Lee Magalhães Novaes
APEMESP 1-250723

Formação Acadêmica

  • Bacharelado em Musicoterapia – Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) – 2024

Cursos e Capacitações

  • Musicoterapia Hospitalar – Prof. Mt. Dra. Lourdes Vigatto – 180 horas – 2025
  •  

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Isabella Leiva Lacerda de Arruda
CRN-3 78675

Formação Acadêmica

  • Bacharelado em Nutrição – Universidade Anhanguera – 2022

Especializações

  • Pós-Graduação em Nutrição e Alimentação Escolar – Faculdade Metropolitana – 2025

  • Pós-Graduação em Nutrição Clínica – Faculdade Metropolitana – 2025

  • Pós-Graduação em Nutrição no Transtorno do Espectro Autista (TEA) – Faculdade Metropolitana – 2025

 

Cursos Complementares

  • Lactarista – UNIRE – 2020
  • Atendimento Nutricional no Autismo – Ana Paula Avelino – 2025
  • ABA, Estratégias Naturalistas e Neurociência na Intervenção do Autismo – Instituto Singular – 2025
  •  

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Mirella Ferreira Santos
CREFITO 3 15507-TO

Formação Acadêmica

  • Graduação em Terapia Ocupacional – Universidade de São Paulo (USP) – 2013

  • Residência Multiprofissional e Especialização em Saúde da Família – Faculdade Santa Marcelina (FASM) – 2016

Cursos e Capacitações

  • Percurso formativo (estágio) em Reabilitação Psiquiátrica – Cooperativa Social Olinda Onlus, Milão (Itália) – junho/julho 2015

  • O Processamento Sensorial no Desenvolvimento da Criança – Transtorno do Espectro Autista (TEA) – UNESP – 40h – 2021

  • Vulnerabilidade e Situações de Risco Psicossocial na Infância e Adolescência – Escola Municipal de Saúde de São Paulo – 60h – 2016

 

Atualmente

  • Mestrado Profissional em Ciências da Saúde (Infância e Juventude) – Faculdade de Medicina da USP – em andamento

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Elaine Cristina Cavalcanti de Godoy
CRP: 06/143620

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Universidade Paulista (UNIP) – 2017

 

Pós-graduação

  • Pós-graduação em Intervenção ABA para Autismo e Déficit Intelectual – Child Behavior Institute of Miami – 2023

 

Cursos e Capacitações

  • ABA e Estratégias Naturalistas – Instituto Singular – 2021

  • Aplicação VBMAPP – Regina Bérgano – 2022

  • VBMAPP Descomplicado – Academia do Autismo – 2023

  • Atuação na Seletividade Alimentar com base em ABA – NEXO – 2022

  • Avaliação em ABLLS e AFLS – Inclusão Eficiente – 2024

 

Participações

  • Seminário RIO TEAMA – 2024

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