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Por que os sinais de autismo em meninas podem passar despercebidos?  

Autismo em meninas pode se apresentar de maneiras bastante diferentes ao longo da infância. Em alguns casos, determinadas dificuldades ficam menos evidentes porque a criança encontra maneiras de acompanhar as expectativas sociais.

Isso pode fazer com que alguns sinais sejam interpretados como timidez, sensibilidade, ansiedade ou simplesmente como características da personalidade.

Ao mesmo tempo, é importante evitar a ideia de que existe uma forma única de autismo em meninas. Cada criança tem sua própria maneira de se comunicar, brincar, interagir, demonstrar interesses e responder ao ambiente.

Por isso, compreender como o TEA pode aparecer na infância ajuda a ampliar o olhar das famílias e dos profissionais. A identificação cuidadosa dos sinais permite uma avaliação adequada e, quando necessário, o início de um acompanhamento que respeite as necessidades e potencialidades de cada criança.

O Transtorno do Espectro Autista é uma condição do neurodesenvolvimento que influencia a forma como a pessoa se comunica, interage socialmente, percebe o ambiente e apresenta determinados padrões de comportamento e interesses.

A palavra espectro é importante porque o autismo não se manifesta da mesma maneira em todas as pessoas.

Algumas crianças podem apresentar diferenças mais evidentes na comunicação ou na interação social. Outras desenvolvem a fala e participam de conversas, mas encontram dificuldades para compreender determinadas situações sociais, lidar com mudanças ou interpretar aspectos mais sutis da comunicação.

Também podem existir diferenças relacionadas ao processamento sensorial, como maior ou menor sensibilidade a sons, texturas, luzes, cheiros, movimentos ou determinadas sensações corporais.

Por isso, conhecer o TEA exige olhar para o conjunto de características apresentado pela criança, considerando seu desenvolvimento, sua rotina e a maneira como essas características interferem em sua participação nas atividades cotidianas.

Os sinais de autismo em meninas podem aparecer em diferentes áreas do desenvolvimento. Em alguns casos, eles são facilmente percebidos; em outros, ficam mais discretos ou aparecem principalmente em situações sociais que exigem maior adaptação.

Algumas meninas podem apresentar:

  • dificuldade para iniciar ou manter interações com outras crianças;
  • dificuldade para compreender regras sociais implícitas;
  • preferência por rotinas e desconforto diante de mudanças;
  • interesses muito intensos ou específicos;
  • dificuldade para interpretar ironias, duplo sentido ou expressões não literais;
  • diferenças na comunicação não verbal, como gestos, contato visual ou expressão facial;
  • sensibilidades relacionadas a sons, roupas, alimentos, cheiros ou outros estímulos;
  • necessidade de se afastar ou descansar depois de situações sociais prolongadas;
  • comportamentos repetitivos ou formas particulares de brincar;
  • dificuldade para lidar com emoções e situações inesperadas.

Isso não significa que toda menina autista apresentará essas características. Algumas podem falar bastante, ter bom desempenho acadêmico, fazer amizades e demonstrar grande interesse por atividades sociais.

Uma criança pode, inclusive, aparentar estar acompanhando bem determinada situação enquanto precisa fazer um esforço significativo para conseguir isso. É justamente por essa razão que a observação do comportamento em diferentes contextos é tão importante.

Mascaramento, também chamado de camuflagem social, é o termo utilizado para descrever estratégias que algumas pessoas autistas utilizam, conscientemente ou não, para esconder ou compensar características relacionadas ao autismo.

Uma criança pode observar como os colegas conversam, brincam ou reagem a determinadas situações e tentar reproduzir esses comportamentos. Pode decorar frases para iniciar conversas, imitar expressões faciais ou observar outras crianças para descobrir como agir em uma situação social.

Também pode acontecer de a criança esconder comportamentos que ajudam na sua autorregulação porque percebe que eles são considerados diferentes pelas pessoas ao redor.

É importante fazer uma ressalva: nem toda menina autista mascara seus sinais. Algumas não desenvolvem essas estratégias, enquanto outras podem fazê-lo em determinados ambientes e não em outros.

Portanto, o mascaramento não define o autismo feminino. Ele é apenas uma possibilidade que pode contribuir para que determinadas características fiquem menos perceptíveis.

As crianças aprendem, desde cedo, observando as pessoas ao seu redor. Na escola, nas brincadeiras e nas relações familiares, elas percebem comportamentos que são esperados em diferentes situações.

Alguns meninos e meninas autistas podem desenvolver estratégias para acompanhar essas expectativas. Isso pode acontecer porque desejam participar das interações, fazer parte de um grupo ou evitar situações em que se sintam diferentes.

As próprias características do ambiente também influenciam. Uma menina que apresenta boa linguagem verbal, por exemplo, pode ter suas dificuldades sociais menos percebidas. 

Da mesma forma, interesses considerados comuns entre outras crianças podem fazer com que a intensidade ou a forma como esses interesses são vivenciados passe despercebida.

Por isso, uma avaliação não deve se limitar a perguntar se a criança fala, brinca ou tem amigos. É necessário compreender como ela se comunica, como estabelece relações, como lida com mudanças e quanto esforço precisa fazer para participar dessas experiências.

Pode. Algumas características podem se parecer com manifestações de outras condições ou mesmo com aspectos da personalidade.

Uma menina que evita grupos pode ser considerada apenas tímida. Outra que se preocupa excessivamente com determinadas situações pode ser vista somente como ansiosa. 

Dificuldades de atenção, aprendizagem, alimentação ou comportamento também podem aparecer isoladamente ou junto ao TEA.

Além disso, uma criança pode apresentar mais de uma condição ao mesmo tempo. Por isso, observar um comportamento específico não permite concluir que a criança é autista.

A avaliação profissional considera o histórico do desenvolvimento e o conjunto de características apresentadas ao longo do tempo. O objetivo é compreender a criança de maneira ampla, sem encaixá-la rapidamente em uma explicação única.

Leia também: Atraso na fala ou timidez: como diferenciar em crianças?

Uma criança que passa boa parte do dia observando os outros, controlando comportamentos, tentando acompanhar conversas ou escondendo sinais de desconforto pode chegar em casa mais cansada, irritada ou emocionalmente sobrecarregada.

Em alguns casos, as dificuldades aparecem com maior intensidade justamente em ambientes nos quais a criança se sente segura. Por isso, não é incomum que a família relate comportamentos em casa que não são observados na escola, por exemplo.

Esse contraste merece atenção. O fato de a criança conseguir participar de determinado ambiente não significa, necessariamente, que aquela experiência esteja sendo fácil para ela.

Reconhecer esse esforço ajuda a construir uma compreensão mais cuidadosa das necessidades da criança e evita interpretar suas reações apenas como “mau comportamento”, desinteresse ou falta de vontade.

Não existe uma característica isolada capaz de confirmar o TEA. A identificação envolve observar o desenvolvimento da criança e perceber padrões que aparecem em diferentes momentos e situações.

Algumas perguntas podem ajudar a organizar essa observação:

  • Como a criança se comunica com outras pessoas?
  • Ela consegue participar de brincadeiras compartilhadas?
  • Demonstra interesse espontâneo pelas outras crianças?
  • Como reage quando a rotina muda?
  • Existem interesses muito intensos ou restritos?
  • Apresenta sensibilidades sensoriais que interferem na rotina?
  • Como lida com frustrações e situações inesperadas?
  • Depois de períodos de interação social, demonstra cansaço ou necessidade de isolamento?
  • Existem diferenças entre a maneira como se comporta em casa, na escola e em outros ambientes?

Essas observações não substituem uma avaliação profissional. Elas podem, porém, ajudar a família a relatar situações concretas durante uma consulta.

Quando existe uma preocupação persistente com o desenvolvimento, procurar uma avaliação especializada permite investigar o que está acontecendo e compreender quais tipos de suporte podem beneficiar a criança.

Falar sobre autismo em meninas exige abandonar a ideia de que existe uma única maneira de reconhecer o TEA. Algumas características podem ser bastante evidentes; outras aparecem de forma mais sutil ou ficam escondidas pelo esforço que a criança faz para se adaptar.

Por isso, ouvir a família, observar diferentes contextos e considerar a história do desenvolvimento são partes importantes de uma avaliação cuidadosa.

Na Pediakinder, o acompanhamento de crianças com TEA parte de um olhar individualizado e interdisciplinar, considerando suas necessidades, potencialidades, participação e qualidade de vida.

Psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia, psicopedagogia, nutrição e outras especialidades podem atuar de maneira integrada, de acordo com as demandas de cada criança.

Para saber mais sobre o assunto e os sinais que impactam o desenvolvimento infantil, acesse o nosso blog e confira outros conteúdos completos. 

Meninas podem ter autismo mesmo falando bem?

Sim. O desenvolvimento da fala, por si só, não exclui o TEA. Algumas meninas apresentam boa linguagem verbal e ainda assim podem ter dificuldades relacionadas à comunicação social, flexibilidade, interação ou processamento sensorial.

Toda menina autista apresenta mascaramento?

Não. O mascaramento não acontece com todas as pessoas autistas e pode variar conforme a criança, o ambiente e as situações sociais.

Uma menina tímida pode ser autista?

Pode, mas timidez e autismo não são a mesma coisa. A timidez pode fazer parte da personalidade, enquanto o TEA envolve um conjunto mais amplo de características relacionadas ao neurodesenvolvimento. Uma avaliação especializada ajuda a diferenciar essas situações.

O autismo em meninas é mais difícil de diagnosticar?

Algumas meninas podem apresentar características menos evidentes ou desenvolver estratégias de adaptação que dificultam o reconhecimento inicial. Isso pode contribuir para um diagnóstico mais tardio em determinados casos. Ainda assim, cada criança precisa ser avaliada individualmente.

Existe tratamento para o autismo?

O TEA não é uma doença que precise ser “curada”. O acompanhamento terapêutico busca favorecer o desenvolvimento, a comunicação, a autonomia, a participação social e a qualidade de vida, considerando as necessidades de cada criança.

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Alexandra J Souza Dias
Fonoaudiologia

Formação Acadêmica

  • Graduação em Fonoaudiologia – Centro Universitário Sant’Anna – Formada em dezembro de 2025

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Formação em Libras – Instituto Federal do Rio Grande do Sul – 2025
  • Curso de Eletroestimulação – APOGEU – Ministrado pelo fonoaudiólogo Bruno Guimarães – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Julya Quirino Barbosa
Psicologia – Estagiária

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Faculdade Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) – Previsão de formação em 2026

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Michele da Costa Miranda
Fonoaudióloga – Estagiária

Formação Acadêmica

  • Graduação em Fonoaudiologia – Universidade da Cidade de São Paulo (UNICID) – Cursando o 8º semestre – Conclusão em 12/2025

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Capacitação em Linguagem e Autismo – 2024
  • Workshop Parceiros de Comunicação CAA – 2024
  • Core Power – Comunicação Alternativa – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Bianca Cardoso Leal
CREFITO 369658-F

Formação Acadêmica

  • Graduação  – Faculdade UNIP – Formada em 2023

  • Pós-graduação em Traumato Ortopedia e Esportiva – Inpirar – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Niandra Graciano Gomes Freitas
CREFITO 3/25034-TO

Formação Acadêmica

  • Graduação em Terapia Ocupacional – Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – Formada em 2023

  • Pós-graduação Lato Sensu em Preceptoria – Laboratório de Estudo sobre Infância e Adolescência (LEIA), Universidade de São Paulo – 2024

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Curso de Escrita e Função Manual – Clínica Estrada – 2024

  • Curso: “Deficiência Visual Cortical na Infância” – Play Core Kids – 2025

  • Curso: “Análise Funcional e Intervenção Baseada em Antecedentes” – Clínica Próximo Degrau – 2025

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Tiffany Helena da Silva
APEMESP: 1-230489

Formação Acadêmica

  • Graduação em Musicoterapia – FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) – Formada em 2023
  •  

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Erica Martins Cavalcante de Oliveira
2394-25

Formação Acadêmica

  • Graduação em Pedagogia – Faculdade Anhanguera, São Paulo – 2008

  • Certificação Profissional – 2009

  • Especialização em Psicopedagogia – Centro Universitário OPET – 2022

    • Atuação nas áreas Clínica, Educacional, Empresarial e Hospitalar

  • Especialização em Análise do Comportamento Aplicado na Educação de Pessoas com TEA e Aplicador ABA – Centro Universitário OPET (UNIOPET) – 2023

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, Transtornos Escolares e a Lei 14.254/2021: Caracterização, Mediação e Ludicidade – +Stimullus: Centro de Estudo, Formação e Consultoria – 2022

  • AEE – Atendimento Educacional Especializado: Avaliação e Intervenção – +Stimullus: Centro de Estudo, Formação e Consultoria – 2022

  • Programa de Treinamento Avançado em Comunicação nos Transtornos do Espectro do Autismo – PROAC: Saber Autismo – 2021

  • ABA e Estratégias Naturalistas – Instituto Singular – 2023

    • Ministrado por Mayra Gaiato e Rodrigo Silveira

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Thalita de Lima Fernandes
CREFITO-3/393887-F

Formação Acadêmica

  • Bacharelado em Fisioterapia – Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) – Formada em 2023

  • Pós-graduação Lato Sensu em Psicomotricidade – Faculdade Anhanguera – 2024

  • Pós-graduação em Fisioterapia nas Doenças Neuromusculares – UNIFESP – Em andamento (2025–2026)

 

Certificações e Aperfeiçoamentos

  • Aprimoramento em Disfunções Neurológicas da Criança e do Adulto – AACD Ensino e Pesquisa – 2024

  • Aperfeiçoamento em Desenvolvimento Infantil – Physio Cursos SP – 2023 (40 horas)

  • Curso: Terapia ABA no Autismo – Ello Cursos Psicologia – 2023 (170 horas)

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Daniela Latorre Cirne
CRP 06/210111

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Universidade Nove de Julho (Uninove) – Formada em julho de 2024

  • Pós-graduação em ABA e Estratégias Naturalistas aplicadas ao Autismo e Atrasos no Desenvolvimento – Instituto Singular – Em andamento (conclusão prevista para julho de 2026)

 

Certificações e Outras Formações

  • Protocolo VB-MAPP – Academia do Autismo – 2025

  • ABA na Escola – Academia do Autismo – 2024

  • Redução de Comportamentos Interferentes – Academia do Autismo – 2024

  • ABA – Análise do Comportamento Aplicada e as Estratégias Naturalistas – Instituto Singular – 2024

  • Autismo na Adolescência – Instituto Singular – 2023

  • Acompanhamento Terapêutico – Espaço Conviver e Aprender – 2023

  • ABA – Análise do Comportamento Aplicada – Espaço Conviver e Aprender – 2023

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Barbarah Perini
CRP 06/211839

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Faculdade São Judas Tadeu – 2023

  • Graduação em Psicopedagogia – Faculdade UNIFIEO – 2017

 

Certificações

  • Análise do Comportamento Aplicada (ABA) – 2025

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Mariana Vasconcellos Pascarelli
CRP 06/203740

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Faculdade UniPaulistana – Centro Universitário Paulistano – 2023

 

Certificações

  • Terapia ABA no Autismo para Pais e Aplicadores – Academia do Autismo – 2021

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Rayssa Faria Pinheiro de Queiroz
CRP 06/186018

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Universidade Nove de Julho – 2022

Especializações

  • Neuropsicologia – Universidade Anhembi Morumbi – 2025

Certificações

  • Análise do Comportamento Aplicada (ABA) – Instituto Singular – 2024

Atuação

  • Foco em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e Desenvolvimento Infantil

Pediakinder - Reabilitação infantil - RE14083/SP

Luzia Lee Magalhães Novaes
APEMESP 1-250723

Formação Acadêmica

  • Bacharelado em Musicoterapia – Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) – 2024

Cursos e Capacitações

  • Musicoterapia Hospitalar – Prof. Mt. Dra. Lourdes Vigatto – 180 horas – 2025
  •  

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Isabella Leiva Lacerda de Arruda
CRN-3 78675

Formação Acadêmica

  • Bacharelado em Nutrição – Universidade Anhanguera – 2022

Especializações

  • Pós-Graduação em Nutrição e Alimentação Escolar – Faculdade Metropolitana – 2025

  • Pós-Graduação em Nutrição Clínica – Faculdade Metropolitana – 2025

  • Pós-Graduação em Nutrição no Transtorno do Espectro Autista (TEA) – Faculdade Metropolitana – 2025

 

Cursos Complementares

  • Lactarista – UNIRE – 2020
  • Atendimento Nutricional no Autismo – Ana Paula Avelino – 2025
  • ABA, Estratégias Naturalistas e Neurociência na Intervenção do Autismo – Instituto Singular – 2025
  •  

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Mirella Ferreira Santos
CREFITO 3 15507-TO

Formação Acadêmica

  • Graduação em Terapia Ocupacional – Universidade de São Paulo (USP) – 2013

  • Residência Multiprofissional e Especialização em Saúde da Família – Faculdade Santa Marcelina (FASM) – 2016

Cursos e Capacitações

  • Percurso formativo (estágio) em Reabilitação Psiquiátrica – Cooperativa Social Olinda Onlus, Milão (Itália) – junho/julho 2015

  • O Processamento Sensorial no Desenvolvimento da Criança – Transtorno do Espectro Autista (TEA) – UNESP – 40h – 2021

  • Vulnerabilidade e Situações de Risco Psicossocial na Infância e Adolescência – Escola Municipal de Saúde de São Paulo – 60h – 2016

 

Atualmente

  • Mestrado Profissional em Ciências da Saúde (Infância e Juventude) – Faculdade de Medicina da USP – em andamento

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Elaine Cristina Cavalcanti de Godoy
CRP: 06/143620

Formação Acadêmica

  • Graduação em Psicologia – Universidade Paulista (UNIP) – 2017

 

Pós-graduação

  • Pós-graduação em Intervenção ABA para Autismo e Déficit Intelectual – Child Behavior Institute of Miami – 2023

 

Cursos e Capacitações

  • ABA e Estratégias Naturalistas – Instituto Singular – 2021

  • Aplicação VBMAPP – Regina Bérgano – 2022

  • VBMAPP Descomplicado – Academia do Autismo – 2023

  • Atuação na Seletividade Alimentar com base em ABA – NEXO – 2022

  • Avaliação em ABLLS e AFLS – Inclusão Eficiente – 2024

 

Participações

  • Seminário RIO TEAMA – 2024

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